Devotada Juliette

Sinopse: "Devotada Juliette, romance que marca a estreia literária da médica Patrícia Deps. A obra acompanha a protagonista Rebeca Goldstein, médica com aspirações literárias que viaja até o Velho Continente para vivenciar boas histórias e encontrar inspirações a fim de escrever um livro. Após uma breve passagem, com um grupo de amigas, pela Ilha da Madeira, em Portugual, Rebeca vai sozinha para Paris, onde encontra a liberdade necessária para mergulhar fundo em sua busca, que será seguida por surpreendentes descobertas.
Sobre a autora: Patrícia Deps nasceu em Alegre (ES), em 1969. Mãe de dois filhos jovens, é médica, dermatologista e hansenologista, além de professora universitária desde 2000. Ensina principalmente psicologia médica, história da medicina e ética. É também mestre em doenças infecciosas, doutora em dermatologia pela Unifesp e pós-doutora pela London School of Hygiene & Tropical Medicine."





Título: Devotada Juliette
Autor: Patrícia Deps
Ano: 2017
Editora: Cousa
Número de páginas: 290
Compre: Ebook: Saraiva
               Livro físico: Editora Cousa





Crítica: Olá gente bonita, desculpa por andar meio sumida, tirei alguns dias de férias e aproveitei para dar uma distanciada da internet, porém consegui concluir a leitura desse livro que me deu muito o que pensar.
     Esse livro é o primeiríssimo livro de ficção da autora Patrícia Deps, e fiquei me perguntando até que ponto ele não seria um pouco autobiográfico, pois, assim como a personagem principal da história Rebeca Goldstein, a autora é médica e teve a ideia do seu primeiro livro justamente em uma viagem a Paris.
     Mas vamos falar um pouquinho sobre o enredo, já no primeiro capítulo conseguimos entender um pouco sobre a protagonista, ela é médica, mora em uma casa com a filha e sua cachorrinha de estimação, e tem um filho, morando em São Paulo, prestes a se formar na faculdade de Psicologia. Logo no inicio da narrativa, conseguimos perceber que a protagonista sentia um grande desejo de viajar e se aventurar com as amigas, ao mesmo tempo que sentia uma grande vontade de escrever algo diferente dos artigos científicos que estava acostumada. Para isso ela decide tirar 17 dias de férias. 
     Ficou decidido, então,  que ela passaria três dias na Ilha da Madeira, em Portugal com as amigas e depois seguiria para Lyon, onde encontraria um amigo e ficaria apenas por dois dias antes de finalmente ir para Paris iniciar sua incursão no mundo da literatura por doze dias completamente sozinha.

" Eu poderia ser facilmente criticada se dissesse que queria viajar para escrever, pois escrever é possível de se realizar em qualquer lugar. Poderia ser na minha própria casa sem gastar tempo fora do país para isso. É verdade, escrever é um ato que ultrapassa fronteiras. Ser escritor é exercer um trabalho que não precisa de visto de permanência ou de trabalho em nenhum lugar do mundo. Não tem horário para cumprir, contrato para assinar, só depende do sujeito da ação. Muitos sabem disso, tanto que escritores brotam todos os dias."

     A partir daí a autora começa a narrar suas viagens com as amigas, confesso que para mim essa parte foi a mais leve e engraçada do livro, a leitura fluiu com muita velocidade e me vi envolta na viagem da Rebeca e em seu jeito de ser e fiquei cada vez mais curiosa de como se seguiria essa aventura. Em Funchal, na Ilha da Madeira, Rebeca encontra dois pretendentes, não muito convincentes para mim, não acho tão simples uma pessoa cair tão apaixonada pela outra em apenas um encontro, mas no caso da Rebeca, isso ainda fica mais evidente pois dois homens, um rapaz novo e um mais velho, caíram de amores por ela em segundos, e ela deixou de aproveitar alguns dias de passeio com as amigas para poder encontrar com eles.
     Uma coisa que gostei muito durante a leitura foi a introdução de poemas dentro do romance, a autora nos apresenta lindas poesias que fazem parte da narrativa e que contribuem para o decorrer da história. Eu não sou muito de ler poesias, mas nesse livro as poesias fazem parte do enredo, e para mim se tornaram uma experiência a parte, principalmente porque Rebeca entrou no mundo da Literatura através delas, e é por elas que acabamos conhecendo um pouco mais da alma e do passado da Rebeca. 
     O livro segue uma linha bem interessante sobre a viagem e sobre os dilemas da personagem, quando ela parte para Paris é que o livro começa a mudar um pouco, lá em Paris, sozinha e dedicada apenas a escrita, Rebeca começa a visitar alguns pontos de interesse cultural (eu amei essa parte, me senti viajando junto com ela por toda Paris, nunca li um livro que me introduziu tão bem em um cenário e me causou essa sensação de estar viajando junto com os personagens) e é em uma das visitas a Catedral de Notre-Dame que ela conhece Rémi e o livro começa a enveredar de verdade na área da fantasia. Após esse encontro bem esquisito com várias referencias do livro "Concunda de Notre-Dame" ao chegar onde estava hospedada e ligar seu computador encontra nos seus ícones da tela um poema não publicado do Victor Hugo que falava sobre a transcendência do amor. Ao abrir a sua caixa de e-mails encontra um pedido do próprio autor para que ela vá ao seu encontro, aqui vai um trecho do e-mail:

"Enfim viestes ao meu encontro. Não suportava mais ficar alheio de sua vida. Precisamos conversar, mas venha sem pressa, já que os próximos dias de sua vida algora me pertencem. Chegastes no momento crucial da minha trajetória política, tenho fortes aliados, mas mais fortes são os meus opositores."

    No início desse encontro fiquei meio perdida, alias, ainda hoje, após cinco dias de concluída a leitura ainda não entendo muito bem como a história seguiu por esse rumo. A partir desse e-mails Rebeca começa a ter uma relação amorosa com Victor Hugo que acaba se tornando um ser atemporal nesse livro. A autora, após muito estudo consegue trazer para a gente, na voz desse grande escritor e de Rebeca a historia desse incrível autor, uma biografia como nunca tinha lido antes, sem contar que também nos é apresentada uma grande parte da história francesa. 
     O livro Devotada Juliette até hoje divide a minha opinião e ainda não consigo dizer com clareza a minha impressão sobre o que li, a única coisa que consigo dizer é que esse é um livro com uma das propostas mais diferentes que já li. Ele me proporcionou viajar junto com Rebeca por Paris, me trouxe conhecimentos tão detalhados sobre alguns pontos históricos  e sobre Victor Hugo, e ainda por cima nos apresenta algumas poemas bem interessantes, o que posso garantir é que você não terminará essa leitura da mesma forma que começou.
     Se você gosta de livros repletos de viagens e de história você vai amar o que a Patrícia Deps fez nesse livro, e uma coisa eu posso garantir, é que apesar da autora ter relatado em uma entrevista que demorou apenas duas semanas para escreve-lo ele é resultado de uma vida inteira em busca de conhecimentos.
     Então esse é mais um livro nacional super recomendado por aqui....
     Beijos e até a próxima...

     













Autora Parceira: Priscilla Medeiros

Olá pessoal, hoje venho apresentar essa linda Autora para vocês: Priscilla Medeiros, nossa nova parceira.

Nasceu na cidade de Goiânia em 1986. Aos 19 anos mudou-se para São Paulo, onde despertou sua paixão pela escrita. Regressou a Goiânia por um tempo e depois mudou-se para Brasília, onde intensificou seu interesse pela espiritualidade, se tornou mãe, Reikiana, formou-se em Psicologia e pós-graduou em Teoria Psicanalítica. 






Este conto é sobre uma Aurora que às vezes não é aurora. Que não tem sol, não tem luz e quase não tem ar, mas que procura vida. Essa Aurora que às vezes suspira, carrega consigo uma pergunta: é chegar à almejada liberdade que se vive a felicidade? Ela não se sente feliz, mas sente uma liberdade que a maltrata - a de estar só. Vivendo muitos momentos apenas com a própria companhia, essa moça simples se vê diante de situações conflituosas, onde precisa buscar energia para acreditar em seus sonhos. Sem entender ao certo qual caminho seguir, ela se joga ao mundo para o processo de conhecer. Pouco satisfeita, tentando se libertar de mágoas passadas, Aurora muda-se para uma cidade desconhecida, em busca de um trabalho que lhe proporcione algo mais do que a própria sobrevivência. Então, com poucos recursos financeiros e mesmo com medo do que o novo poderá lhe trazer, vai à procura de outras sensações e realizações. Entre a falta de uma família, entre os poucos amigos que a surpreendem, entre suas ilusões e o sentimento pelo misterioso Romeo, o que Aurora deseja mesmo é viver, sem se entregar a angústia que insiste em envolver. Entre o desespero e uma brisa de coragem, existe a intrínseca e ingênua esperança de que o grande momento de sua vida irá acontecer, fazendo assim o desejo em si aparecer e ela mergulha em seu ser. Por vezes nos envolvemos em um ciclo de repetições do qual não conseguimos nos retirar. Mas e se for para ser diferente de tudo que já se foi ou idealizou? E se for para transcender, ou até mesmo querer deixar de ser? E se por dentro desejar estremecer, se envolver, se erguer? Essas são questões descritas sobre uma própria maneira de lidar com sensações e emoções, que envolvem uma percepção pela vivência de Aurora, tornando a estória um conto e um convite à reflexão.
 Abaixo algumas citações feita pela própria autora, escolhi minhas preferidas. Bjus até a próxima.


Morte Lenta

Sinopse: “Dez anos atrás, Suzanne, uma garota de 14 anos, simplesmente desapareceu sem deixar qualquer vestígio. Filha do então senador Benjamin Lombard, agora poderoso vice-presidente dos EUA, o caso continua sem solução e se transformou numa obsessão nacional. Para Gibson Vaughn, renomado hacker e mariner, trata-se de uma perda pessoal. Suzanne era como uma irmã para ele. No décimo aniversário do desaparecimento da garota, o ex-chefe de segurança de Benjamin Lombard pede a ajuda de Gibson para realizar uma investigação secreta e entrega a ele novas pistas. Assombrado por memórias trágicas daqueles dias, Gibson acredita ter agora a chance de descobrir o que realmente aconteceu. Utilizando as suas habilidades, já em suas primeiras pesquisas descobre uma rede de múltiplas conspirações em torno da família Lombard e se depara com adversários poderosos – e perigosos – que farão qualquer coisa para silenciá-lo. Ao mexer no vespeiro, novas informações e personagens vêm à tona, a identidade de Gibson é revelada, tornando-o igualmente vulnerável. E enquanto navega por essa teia perigosa de fatos, ele precisa estar sempre um passo à frente se quiser descobrir a verdade… e se manter vivo.



Título: Morte Lenta
Autor: Matthew FitzSimmons
Ano: 2017
Editora: Faro Editorial
Número de páginas: 320
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Crítica: Oi pessoal, como vocês estão?

Hoje é dia de Morte Lenta, livro da nossa Parceira Faro Editorial – livro cedido pela editora – e tenho que ser bem sinceros com vocês, que final sensacional!!!!!

Bom a história conta sobre o desaparecimento de Suzanne, que por ser filha de um Senador, apesar de já ter sumido faz 10 anos, ela continua na mídia, e no caso esse Senador está agora tentando ser Presidente.

É aquele típico livro de descobertas sobre um possível “crime” e nosso detetive da vez chama Gibson Vaughn, o mesmo cresceu junto com Suzanne e acaba indo atrás dessa descoberta mais por questão pessoal que por qualquer outra coisa.

Bom, Gibson é um Hacker e usa suas habilidades para correr atrás do suposto sequestrador de Suzanne, e no meio do caminho ele vai descobrindo diversas coisas sobre vários outros personagens. E todos interligados com a história.

O problema é que temos um matador de Aluguel atrás de todos que tentam desvendar esse segredo, e agora Gibson e sua equipe correm perigo de vida.

O livro é bom, o enredo acontece diversas coisas, mas a escrita do autor não favorece muito, tive bastante dificuldade em realizar a leitura, apesar de ter amado o enredo cada capitulo era um cochilo. Mas ainda bem que forcei essa leitura, pois a curiosidade era gigantesca para saber o que aconteceu.

E realmente o esforço valeu a pena, pois o final foi surpreendente e muito bom. Recomendo bastante a leitura, e peço que tenham a paciência, pois vale a pena.

Bjus, até a próxima.

Séries: Big Little Lies



Sinopse: Big Little Lies conta a história de três mães que se aproximam quando seus filhos passam a estudar juntos no jardim de infância. Até então, elas levam vidas aparentemente perfeitas, mas os acontecimentos que se desenrolam levam as três a extremos como assassinato e subversão.

A trama central é a vida de três mães: Madeline, Celeste e Jane, e seus problemas com os seus relacionamentos, a criação de seus filhos e as fofocas da pequena cidade de Monterrey, na Califórnia. O que sabemos de início é que durante um evento beneficente ocorre um assassinato e todas as pessoas do local são suspeitas. 

A linearidade não segue um padrão de sequência de fatos um após o outro, mas vai intercalando acontecimentos do presente, flashes do passado e depoimentos de todos presentes no dia do ocorrido. O que me chamou muito atenção é justamente esse formato, pois todos tinham chances de ser um potencial assassino e uma potencial vítima, pelos acontecimentos que todos passaram. 

Com todas as pequenas brigas e intrigas o seriado não se resumiu a isso, foi além, levantou uma discussão sobre violência doméstica, onde Alexander Skarsgard interpreta muito bem Perry com poucos diálogos e é bem expressivo a agressividade em seus atos. Outro ponto de violência é com a Shailene Woodley a sua personagem vive dilemas relacionados a origem e criação do seu filho. Não poderia deixar passar como ela amadureceu como atriz e não é mais aquela adolescente de divergente ou culpa das estrelas, agora é uma mulher madura e firme.



Outro destaque não poderia deixar passar é a fotografia e trilha sonora do seriado, a fotografia é incrível, os cortes de cenas mostrando a praia é algo magnifico, particularmente gostei bastante de como as cenas são construídas nessa cidade litorânea. A trilha sonora é algo que sempre me atendo em qualquer seriado, e com Big Little Lies não foi diferente desde da abertura amei as músicas escolhidas para cada cena, deu um charme de dualidade na série, delicado, porém maduro e forte.

O final do seriado se dá cheio de dúvidas com o clímax, mas reafirma como a força das protagonistas, que supera qualquer dificuldade por si mesmas. A serie mostra a competição como atração misteriosa e ao mesmo tempo madura, e reafirma como as mulheres juntas e motivadas pelos seus filhos são capazes de tudo. Big little lies à primeira vista parece uma versão de uma novela global versão EUA, mas vai muito além de intrigas entre mulheres, trata-se como a mulher é capaz de se reerguer diante das dificuldades do cotidiano.

A Vida Noturna de Uma Felina de Apartamento


Sinopse: "Pequeno fanzine lançado na CCXP 2017. Com 28 páginas, contém uma HQ curtinha e quase toda silenciosa das peripécias de uma gatinha de apartamento enquanto seus humanos dormem."

Título: Arroz
Autor: Ale Presser
Ano: 2017
Editora: Independente
Número de páginas: 28
CompreLoja AlePresser







Crítica: Olá pessoal, tudo bem?? O que acredito que todos já sabem, ou se não sabem ficarão sabendo agora, é que sou apaixonada por gatos. Sim gente, sou meio a louca dos gatos, a que ama tudo de gato, a que compra tudo de gato, a que chega num local que tem um gato e esquece de todo o resto, inclusive em uma festa.

Bom, quando nossa autora parceira Ale Presser surgiu com essa fanzine, logo mandei para ela, EU QUEROOOO!!! Eu vi a HQ ganhando vida pelo Instagram @alepresser, e recomendo que a sigam, pois, o seu trabalho é lindo.

Quando a HQ chegou não tive como postar a resenha, mas logo fiz a leitura e apaixonei pela Koi, a gatinha de 14 anos da autora, que é nossa personagem principal e que não sabe seu próprio nome, pois os donos a chamam de diversos diminutivos e ela só atende por eles.


Além do desenho primoroso, traz quadro a quadro uma noite de um gato, e que todos que tem um com certeza irão se identificar, muito fofo, vi meus gatos em várias cenas.

Recomendo sempre, pois além de amar o trabalho da Ale, é muito fofo e da uma vontade apertar a Koi.

Bjus, até a próxima.

Autor Parceiro: Pedro Ivo


Pedro Ivo, 35 anos, educador, escritor, poeta brasiliense nascido e criado na cidade. Autor do romance homoafetivo "Espelho das Cores" e da antologia poética "Amores, Angústias e Flores: poesias escolhidas", lança seu novo trabalho, em fevereiro de 2018,  "afroqueer existência: dor luta amor". 

O livro é uma produção literária poética de vivências negras LGBT sobre experiência da diáspora africana no Brasil e da dissidência sexual em reflexão, (auto)crítica, (re)criação literária e atuação política em relação a essas temáticas entrelaçadas. O livro conta com prefácio de Tatiana Nascimento, doutora em tradução e poeta brasiliense, bem como posfácio de Wanderson Flor do Nascimento, professor de Filosofia da UnB e militante negro. Além dessas maravilhosas contribuições acadêmicas/reflexivas sobre a obra, o(a) leitor(a) conta ainda com uma playlist recitada/cantada pelo autor que pode ser acessada pelos QR Codes dispostos em cada poema.

livro: afroqueer existência: dor luta amor
data do 1° lançamento: 07/2/2018
local: casa ipê, Ceilândia-DF

Destroçados

Sinopse: Existem segredos que não podem ser levados para túmulo. O corpo de uma jovem é encontrado no fundo do gélido lago Grant, e um bilhete deixado sob uma pedra à sua margem sugere que ela tirou a própria vida. Mas, em questão de minutos, fica claro que aquilo não foi suicídio. Trata-se de um assassinato brutal, cometido a sangue-frio. Sara Linton, ex-médica legista do condado de Grant, hospedada na casa dos pais para passar o feriado de Ação de Graças, vê-se envolvida no caso quando o principal suspeito pede desesperadamente para falar com ela. Porém, quando ela chega à delegacia local, depara-se com uma tenebrosa cena na cela do prisioneiro: ele está morto, e as palavras “Não eu” foram rabiscadas na parede. Algo na confissão dele não faz sentido, então Sara convoca o Georgia Bureau of Investigation. Imediatamente, o agente especial Will Trent interrompe suas férias para se unir à equipe de investigação. No entanto, o que ele encontra é apenas uma muralha de silêncio no condado de Grant, uma comunidade extremamente unida, cujos habitantes possuem elos profundos. E a única pessoa que poderia contar a verdade sobre o que realmente aconteceu está morta.







Título: Destroçados
Autor: Karin Slaugther
Ano: 2017
Editora: Record
Número de páginas: 448
Compre: SaraivaAmazonSubmarino







     Olá gente bonita, como estão todos vocês? Hoje estou aqui para trazer mais uma resenha de um livro policial da editora Record, e quem leu a minha última resenha, ou quem já conhece essa autora, sabe que não pode deixar nenhum livro dela passar em branco. Esse é o quarto livro da série do Will Trent, porém, como já mencionei anteriormente, não existe nenhum problemas em lê-los fora da sequência.
     Logo no início do livro vivenciamos o assassinato de Allison Spooner com uma facada na nuca, ela é encontrada no fundo do Lago Grant no meio de um inverno congelante. A partir daí a detetive Lena Adams se encarrega da investigação e apesar de ter recebido um telefonema anônimo alegando que o corpo da menina encontrada no lago havia se suicidado, a facada na nuca conta uma história completamente diferente. 
     Com o curso da investigação, os detetives resolvem revistar a casa de Allison, porém ao chegarem lá um homem com uma marcara de esqui tenta fugir ao avista-los e durante o processo de fuga, acaba ferindo um dos detetives antes de ser capturado. Ele é então, preso e interrogado e acaba por escrever uma carta de confissão.
      Somos então apresentados a personagem Sara Lipton, antiga médica da cidade e viúva do antigo chefe de polícia que havia sido assassinado 4 anos antes ao tentar ajudar a parceira Lena Adams. E a partir daí a história começa a se entrelaçar e ficar bem interessante... Ao chegar na cidade para passar ação de graças com seus pais, Sara começa a receber várias ligações para comparecer a delegacia, pois o suspeito pede desesperadamente para falar com ela. Ao chegar na delegacia ela encontra uma cena catastrófica: o prisioneiro havia se suicidado cortando os pulsos com uma carga de caneta e com seu sangue havia escrito na parede "NÃO EU".
     Ao verificar que conhecia o suspeito e ler sua carta de confissão, ela não acredita que o caso tenha sido conduzido da forma correta e aproveita-se desse problema para então conseguir uma forma de se vingar de quem considera responsável pelo assassinato do seu marido: Lena Adams.
     Sara convoca então a Georgia Bureau of Investigation que na mesma hora, enviam o agente especial Will Trent para investigar os detetives do Condado de Grant e entender o que realmente está acontecendo naquela delegacia. Porém, ao chegar lá Will encontra-se envolvido no meio da vingança de Sara e da confusão de Lena, além de se deparar com policiais extremamente inconformados com sua presença e uma cidade tão unida que torna cada vez mais complicada essa investigação, e realmente existe muita coisa errada no meio da polícia de Grant, será que Will vai conseguir chegar ao centro dessa podridão?
     Essa leitura foi incrível, fiquei desesperada para terminar o livro e conseguir entender o desfecho da história, sem contar que no meio de toda confusão ainda consegui torcer por um casal super fofo.... Amei e super recomendo esse livro..... Ansiosa para ler cada vez mais coisas dessa autora.... 
     Beijinhos e até a próxima gente...




Ponto Cego (Areia Movediça #2)

SinopseO início do fim. Após ter as memórias apagadas pelos velhos inimigos do seu pai, um assassino, e vingar a morte dele, Kathleen tomou a decisão de permanecer ao lado do ex-agente duplo e agora Governador e de viver uma vida normal, longe de armas e assassinatos. Um ano depois, ela está a um passo de começar sua vida como sempre quis, mas quando atentam contra sua vida, ela precisa seguir Faust em uma investigação em torno do mundo em busca de um grupo de terroristas que planejam a destruição do governo atual. Porém no meio do caminho, Kathleen tem suas memórias de volta e se divide entre quem ela realmente é e quem ela foi e acaba envolvida em uma trama para tirar o Governador do poder e assassiná-lo. Ninguém é quem parece ser e todos são traidores.”

Título: Ponto Cego
Autor: Anne Holt Muller
Ano: 2018
Editora: Amazon
Número de páginas: 357
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Crítica: Olá Pessoal, voltei com a continuação de Areia Movediça, da nossa querida parceira Anne Holt Muller e se quiserem ler a resenha do primeiro livro é só clicar AQUI.

Bom, desde que terminei Areia Movediça continuei tendo contato com a autora, e ela estava escrevendo Ponto Cego, e posso dizer a vocês, tive influência nessa história, não deixei ela matar meu amor. Kkkkk. E quero muito agradecer a homenagem fofa que me foi feita no fim do livro!! Sim gente, eu estou nos agradecimentos!!! ♥♥♥♥♥

Infelizmente, não dei 5 estrelas, pois Areia Movediça para mim foi o melhor, e Ponto Cego foi tão bom quanto, só não me surpreendeu como o primeiro por ser a continuação, eu já conhecer os personagens e saber para onde caminharia a história. Então dei 4,5 só para não ser melhor, mas queria ter dado 4,9 se o Skoob permitisse.

O livro continua de onde parou e a Kat volta sem memórias e sem graça, como de onde parou. As coisas continuam acontecendo no mesmo ritmo, até que Kat tem suas memorias devolvidas e aí vamos comemorar.

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De verdade pessoal, amo a Kat com memórias, a melhor pessoa, como já disse na resenha anterior, ela com suas memórias é forte, decidida e graças a deus deixa de ser a marionete de Faust! (O bichinho nojento esse Faust).

Daí começa-se o maior problema, Thomas reaparece e Kat deixa se envolver, mas o lance com o Faust ainda continua (por um motivo) e lá vem nosso amado triângulo amoroso. Pessoal, sei que é clichê, mas não deixem se enganar por isso, esse triângulo amoroso não é qualquer um, você torce pelo casal e sente ódio pelo outro, eu simplesmente amei dividir as sensações de Kat nessas relações.

Nesse livro, são muitas revelações, muita coisa nova ocorre. Kat que era sozinha agora se vê rodeada de pessoas (que não posso falar em que sentido, para não estragar a história) e o pior, após tantas mentiras, tanta confusão e segredos, após sua perda de memória e a manipulação das memórias antigas, ela não consegue saber mais em quem confiar.

Consegui amar e odiar personagens num piscar de olhos, amava Cami no primeiro livro, não posso dizer o mesmo agora, odiava Sky, e agora simplesmente a amo, Anne consegue mexer com a gente.

Ponto Cego, mostra que todos temos uma história e seguimos nossos ideais, mostra que ninguém é totalmente bom ou totalmente mal, que tudo depende da situação a qual nos encontramos. E mostra que amor e ódio são realmente uma linha muito tênue.

O fim do livro é maravilhoso e horroroso ao mesmo tempo. Não sei o que sentir, de verdade. Posso dizer que Anne se supera a cada livro, super recomendado.

Bjus até a próxima.


Gênese


Sinopse: "Uma caçada a uma mente doentia que está prestes a dar vazão a toda a crueldade de que a natureza humana é capaz. Quando uma paciente chega à emergência do hospital Grady gravemente ferida, a médica Sara Linton se depara com um mundo de violência e terror. A mulher foi atropelada por um carro, mas, completamente nua, com marcas de tortura pelo corpo, ela parece ter sido vítima de uma mente muito perturbada. A polícia começa a investigação, porém o detetive Will Trent não se dá por satisfeito. Ele logo descobre uma câmara subterrânea que esconde uma revelação macabra: a mulher que deu entrada no hospital não foi a única vítima desse sádico. Com a ajuda da Dra. Linton, Will e a sua parceira, Faith Mitchell, mergulham na caça ao assassino. Quando outra mulher desaparece sem deixar vestígios, a verdade os atinge como um golpe brutal: o esconderijo do assassino foi descoberto, mas ele continua em ação. Agora os três são o único obstáculo entre um louco e sua próxima vítima."







Título: Gênese
Autor: Karin Slaughter
Ano da edição: 2017
Editora: Record
Número de páginas: 490
Compre: SaraivaSubmarinoAmazon




     Olá gente bonita, hoje estou aqui para trazer uma resenha de um livro policial da editora Record, e para quem gosta desse gênero literário, não pode deixar essa leitura passar. Esse é o terceiro livro da série do Will Trent, porém, não existe nenhum problema em lê-los fora da sequência, pois, esse também é o primeiro que leio e não fez diferença nenhuma durante a narrativa. Nesse livro acontece o primeiro encontro dele com a médica Sara, que segundo pude entender após algumas leituras em alguns sites de apaixonados da Karin Slaughter, foi uma personagem derivada de outra série e que agora se encontram e se misturam nesse livro.
     Will é um policial ético, sensível e extremamente educado, porém sofre muito, pois é disléxico e tenta de todas as formas esconder seu problema de todos. Sara é uma médica que está tentando reerguer a vida depois de uma tragédia na família, o que a tornou extremamente fechada, deprimida e antissocial, e que após tanto sofrimento, dedica totalmente sua vida ao trabalho. Eles se conhecem quando Will está levando sua parceira para uma consulta de emergência, e a Faith, parceira do Will, também possui uma longa história de erros e acertos na vida que vou deixar você ler para descobrir.
     Quando eles estavam sendo liberados, uma vítima dá entrada na emergência do hospital após ter sido atropelada quando estava andando nua e desorientada no meio de uma rodovia. Foi verificado que a vítima possuía sinais de tortura, estava cega, com os tímpanos perfurados, subnutrida e tinha sido obrigada a beber ácido. Will então fica extremamente interessado no caso e tenta tomar as rédeas de uma investigação que não está sob sua jurisdição, para isso conta, então, com a ajuda da superiora.
     Quando Will vai ao local do atropelamento e começa a investigar a cena, mesmo após ter sido expulso pelos policiais responsáveis pelo caso, decide tentar seguir o percurso e achar algum rastro da vítima, porém, o que acha é uma câmara de tortura debaixo da terra, que é um cenário de horrores. Após muitas investigações temos um dos casos policiais mais perturbadores que já li antes. 
     E para deixar o livro mais difícil de engolir, as vítimas não são nada simpáticas e não conseguimos manter nenhum tipo de ligação com elas, mesmo apesar de todas as crueldades que elas sofreram. Todas as vítimas eram mulheres bonitas, muito bem sucedidas, olhos e cabelos escuros e extremamente magras, e que não teriam sua ausência notada facilmente, pois não eram muito queridas pela sociedade, umas verdadeiras megeras.
     Essa foi mais uma leitura super empolgante e que me fez roer as unhas do início ao fim, a autora nos leva a lidar com os problemas dos personagens e das vítimas, juntamente com as loucuras do assassino. Só posso dizer que essa autora virou uma das minhas preferidas, e eu amei e super recomendo para quem gosta de histórias que mexem com nossas emoções. 
     Beijinhos e até semana que vêm com mais uma resenha... 




Flora agora é Âncora


Não pessoal, vocês não estão no site errado, agora Flora virou Âncora Literária, tomamos essa decisão para melhorar.

Bom mas para que? Primeiro um layout novo, e que eu apesar de suspeita para falar, é maravilhoso. E com a Ajuda da Mandinha Linda do Blog http://www.facesemlivros.com/ tudo foi possível! (Alias outro Blog lindo de livros)

E porque resolvemos mudar, bom Flora era muito delicado e feminino, e nós a equipe do Âncora adoramos todos os tipos de livros, desde os delicados romances, aos chorosos dramas, até aos misteriosos suspenses e sim, aos assustadores livros de terror. Então resolvemos trazer um nome que abrange a todos esses temas.

Mas porque Âncora??? Vou explicar para vocês:

A Âncora é considerada um símbolo de firmeza, força, tranquilidade, esperança e fidelidade. Dessa maneira, ela representa a parte estável do nosso ser, ou seja, aquela que, em meio as tempestades, é capaz de manter a estabilidade dos barcos. Para os marinheiros, a Âncora é o último refúgio, ou seja, a esperança na tempestade. Por esse motivo, ela simboliza também o conflito entre o sólido (a terra) e o líquido (a água). Diante disso, o conflito precisa ser resolvido para a terra e a água juntas fecundem em harmonia.

Então diante disso tudo, a equipe é a mesma, e espero que gostem da nossa nova cara. E para não esquecer: Bem vindo a bordo MARUJO!



Gabriela, Cravo e Canela



Sinopse: "O romance entre o sírio Nacib e a mulata Gabriela, um dos mais sedutores personagens femininos criados por Jorge Amado, tem como pano de fundo, em meados dos anos 20, a luta pela modernização material e cultural de Ilhéus, então em franco desenvolvimento graças às exportações do cacau da região. O eixo da história é a relação delicada e complexa entre as transformações materiais e as idéias morais. Com sua sensualidade inocente, a cozinheira Gabriela não apenas conquista o coração de Nacib como também seduz um sem-número de homens ilheenses, colocando em xeque a férrea lei local que exigia que a desonra do adultério feminino fosse lavada com sangue"Publicado em 1958, Gabriela, cravo e canela logo se tornou um sucesso mundial. Na televisão, a história se transformou numa das novelas brasileiras mais aclamadas mundo afora. No cinema, Nacib é vivido por Marcello Mastroianni, e Gabriela, por Sônia Braga.






Título: Gabriela, Cravo e Canela
Autor: Jorge Amado
Ano de lançamento: 1958
Ano da edição: 2008
Editora: Companhia das letras
Número de páginas: 363
Compre: Saraiva,  Amazon 




Crítica: Olá gente linda, mais uma vez venho aqui trazer para vocês a resenha de um livro, que apesar de ter sido uma leitura bem difícil de concluir, foi muito importante como experiência para minha vida de leitora. Jorge Amado é um dos meus autores nacionais favoritos, apesar desse ser apenas o segundo livro dele que eu leio. 
     Um dos pontos que me levaram a ter interesse em ler Gabriela, se deve ao fato de ter passado minha infância toda na cidade de Ilhéus, onde a história do livro acontece, e a casa da minha mãe é colada, parede com parede, com o Vesúvio, então esse livro tem para mim um gostinho de infância. 
     No início do livro nós nos deparamos com a cidade de Ilhéus, na década de 20, no período da ascensão do cacau, onde o dinheiro estava começando a correr pela cidade, porém ela ainda era governada pelos mesmos coronéis da época da conquista de terras. Logo, apesar de ser uma cidade que estava em constante desenvolvimento, ela tinha o pensamento e a população atrasada, logo no começo temos um casal de amantes assassinado pelo marido traído e a população da cidade apoia sua atitude, pois "honra de marido traído se lava com sangue".


"Falava-se muito em progresso, o dinheiro corria solto, o cacau rasgava estradas, erguia povoados, mudava o aspecto da cidade, mas conservavam-se os costumes antigos, aquele horror." 


     Juntamente com o panorâmica histórico do livro, Jorge Amado nos apresenta Nacib, um sírio dono do bar Vesúvio, maior ponto de encontro da cidade que se vê inesperadamente sem cozinheira. Ele também nos apresenta a Gabriela, uma retirante, que acaba de chegar a Ilhéus tentando melhorar de vida e que ao chegar na cidade fica no "mercado de escravos" à espera de alguém para contratá-la. É aí então que a história dos dois se entrelaça.
     Gabriela é uma personagem diferente de todas que já li, apesar do autor não ter dado muito profundidade a sua personalidade. Ela é uma mulher extremamente sensual, que ama a vida e a simplicidade. Ao começar um relacionamento com Nacib e ser sua cozinheira se sente realizada, porém ao casar, se sente presa e amarrada em laços da sociedade e começa a ficar infeliz.  


“Só desejava a campina / Colher as flores do mato / Só desejava um espelho / De vidro pra se mirar / Só desejava do sol / Calor, para bem viver / Só desejava o luar / De prata pra repousar / Só desejava o amor / Dos homens pra bem amar / Oh. Que fizeste, sultão, / De minha alegre menina?"


     O livro traz várias histórias de fundo, como por exemplo os problemas políticos e econômicos da cidade, mas a história de Nacib e Gabriela, de certa forma, foi o que regeu a cidade nessa época. Nós vemos no decorrer do livro como Gabriela chega na cidade e muda tudo ao seu redor, nós vemos também todo esse brilho começar a desaparecer quando ao se casar com seu Nacib se vê proibida de fazer várias coisas, pois agora havia se tornada uma mulher da sociedade. O desfecho desse romance é muito interessante e nos faz questionar sobre os tipos de relacionamentos que existem. Jorge Amado trouxe muita inovação, veio derrubando barreiras, mostrando que a mulher não era um objeto e nem por isso era posse de alguém. Esse é um livro para se ler de mente aberta e tentar entender como o autor era uma pessoa a frente do seu tempo. E para quem gostou desse livro, tentem dar uma chance também a Capitães de Areia, porque ao conhecer esses dois livros você vai começar a entender a grandiosidade do Jorge Amado.
     Beijos e obrigada mais uma vez por tirarem um tempo da vida de vocês e lerem o que tenho a dizer sobre esse livro maravilhoso. Até a próxima!!!




Autores Parceiros


Fala amores! Hoje venho apresentar para vocês algumas parcerias formadas nesse inicio de ano!

Top 10 das séries


Em clima de final de ano e retrospectiva, irei montar uma lista com as series que assistir esse ano e que gostei bastante. Que fique claro que são as que eu mais gostei. 

Deixada Para Trás

Sinopse: “Nicole Cutty e Megan McDonald são alunas do ensino médio na pequena cidade de Emerson Bay, Carolina do Norte. Quando elas desaparecem de uma festa na praia em uma noite quente de verão, a polícia inicia uma busca maciça. Nenhuma pista é encontrada e a esperança é quase perdida, até Megan milagrosamente aparecer depois de escapar de um bunker no fundo da floresta. Um ano depois, o best-seller de sua provação transformou Megan de heróina local para celebridade nacional. É uma história triunfante e inspiradora, exceto por um detalhe inconveniente: Nicole ainda está desaparecida. A irmã mais velha de Nicole, Livia, é uma perita forense e espera que em um breve dia o corpo de Nicole seja encontrado e entregue a alguém como ela para analisar as provas e finalmente determinar o destino que sua irmã teve. Em vez disso, a primeira pista para o desaparecimento de Nicole vem de outro corpo que aparece no necrotério, de um jovem ligado ao passado de Nicole. Livia vai até Megan para pedir ajuda, esperando descobrir mais sobre a noite em que as duas foram levadas. Outras meninas também desapareceram e Livia está cada vez mais certa de que os casos estão conectados. Mas Megan sabe mais do que ela revelou em seu livro best-seller. Flashes de memória estão se juntando, apontando para algo mais escuro e mais monstruoso do que sua memória descreve. E quanto mais ela e Livia cavam, mais elas percebem que às vezes o verdadeiro terror está em encontrar exatamente o que você está procurando.”

Título: Deixada Para Trás Garota do Lago
Autor: Charlie Donlea
Ano: 2017
Editora: Faro Editorial
Número de páginas: 368
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Crítica: Oi pessoal, hoje trago para vocês “Deixada Para Trás” do mesmo autor de “A Garota do Lago” de Charlie Donlea, um livro que nos prende do início ao fim, e que com certeza posso afirmar, se “A Garota do Lago” foi maravilhoso, não consigo achar palavras para definir esse livro, pois consegue bater de 10 a 0 no seu primeiro suspense. O livro foi cedido pela editora.

Sim gente, Charlie fez de novo, me enganou completamente, me deixou apreensiva e me segurou do início ao fim, o livro que imaginei todos como sequestrador, menos quem realmente era. Fui surpreendida, o que pra quem acompanha o blog sabe, é muito difícil.

Bom, o livro conta a história de duas garotas raptadas na mesma noite, “colegas” de escola. Uma consegue se safar, a outra nunca mais é encontrada.

Com flashes de antes e depois, Charlie escreve um suspense Genial, que é desvendado por uma médica forense, Livia, e que no caso é irmã da vítima Nicole.

O autor sempre coloca como personagem principal que desvendam seus casos mulheres fortes, e com Livia não foi diferente, podemos dizer que Livia não merece um livro só, ela é fascinante, um mulherão da PORRA como muitos diriam. Ela consegue deixar a história mais interessante pelo seu ponto de vista, e corre atrás de todos os detalhes sozinha.

Quando consegue descobrir maiores detalhes ela acaba envolvendo Megan, nossa outra garota raptada, mas a que fugiu e que é outra mulher apaixonante, mesmo com pouca idade.

Todos os personagens são muitos bons, e mesmo Nicole que é uma chata e você acaba não se importando com o sumiço dela, é bem construída. A garota consegue ser tão chata que você fica feliz que Megan se salvou no lugar dela, Deus me Perdoe, mas é verdade.

Foi o Melhor livro de 2017, 5 estrelas com certeza e todos devem ler, inclusive quem não gosta de suspense. É maravilho, com todos os pontos fechadinhos (menos um capitulo que Charlie usa para te confundir).

Ao terminar o livro voltei e li esse capitulo que ele usou para confundir novamente, e percebi que não precisava dele na história, ele não tem muito haver, mas serve para confundir e seu intuito foi esse, e eu cai que nem um patinho. Kkkk

Então meus amores, leia Charlie Donlea não só esse, mas o anterior também. Esse autor é maravilhoso, recomendado.

Bjus até a próxima.